quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Este será meu artigo para a resenha

mbora a Gestão do Conhecimento (GC) seja função comum nas organizações, muitas não têm visão clara de como incorporá-la e transformá-la em vantagem competitiva. A escassez de estudos comprovando que a GC faz diferença no desempenho organizacional, e a cultura, talvez sejam os fatores mais influentes na promoção ou inibição de práticas de GC. Há empresas que usam ferramentas de Tecnologia da Informação (TI) como fator de competitividade, confundindo-as com GC. Outras acreditam que a TI sozinha possa servir para gerenciar o conhecimento, o que é um equívoco. A razão disso pode estar no surgimento da TI antes da GC, ou na escassez da literatura abordando a função da TI na GC. Daí a falta de clara distinção entre TI e GC que vise à interação adequada entre ambas. O papel principal da TI é dar suporte à GC, ampliando o alcance e acelerando a velocidade de transferência do conhecimento. É identificar, desenvolver e implantar tecnologias que apóiem a comunicação
empresarial, o compartilhamento e a gestão dos ativos de conhecimento. A TI desempenha papel de infra-estrutura, a GC envolve aspectos humanos e gerenciais. Este artigo discute a interação entre TI e GC como instrumentos de gestão estratégica e desempenho
organizacional.

domingo, 9 de novembro de 2008

Arquivista 2.0: especialista em informação humana digital

Muito se fala no mundo 2.0 - empresa 2.0, web 2.0, trabalhador (worker) 2.0. O termo Web 2.0 é utilizado para definir uma nova etapa da World Wide Web, que reforça os conceitos de colaboração dos internautas e oferta de serviços on-line. 

Esse novo mundo 2.0 é espelhado através da informação orgânica, registro da inteligência coletiva, das decisões das pessoas instituições e do relacionamento profissional. É a prova da ação humana e o registro de suas atividades nos processos.

Tanto é de fato que a gestão de conhecimento corporativo, por exemplo, hoje registra o que está acontecendo entre as pessoas nas empresas e entre elas e as próprias instituições, através da história oral em projetos e o registro da tomada de decisão só para citar dois. 

Mais que nunca o e-mail hoje é o documento mais importante nas empresas, é uma evidência sempre considerada. Além do mais, a colaboração corporativa, onde os individuos relacionam-se numa comunidade virtual realizando determinado tipo de troca de informações, atividade, processo ou trabalho é hoje o destaque no mercado corporativo. Leia Wikinomics e saberá porquê.

Essas novas atividades de geração de informação também geraram novos perfis de pessoas: os proconsumers, aqueles que produzem e consomem conteúdo e informações. Essa relação se dá em arenas de relacionamento que utilizam ferramentas de web 2.0, como os blogs, wikis, microblogs, ambientes de troca de arquivos. Aqui o arquivista 2.0 deve pensar na classificação e estruturação da informação, além da própria temporalidade, pois no ambiente digital sempre temos de lembrar da preservação digital e do tamanho limitado dos servidores para registar as informações.

O arquivista 2.0 deve entender essa informação orgânica e ver o que se deve fazer com o conteúdo gerado nos blogs e wikis da vida e nas ferramentas de interação humana no mundo digital. E como é o versionamento de conteúdo num documento gerado num workflow colaborativo? E a classificação/indexação e o descarte? Ainda temos de pensar no acesso, armazenamento e busca desses conteúdos.

E o que fazer com as redes sociais, as discussões registradas nos tópicos de fórum? E a folksonomia (a etiquetagem de informação realizada pelos próprios usuários), serve só para o usuário ou tem um sentido mais amplo, pode ser adequado a outros usuários? Temos de pensar cada vez mais na relação direta e orgânica das pessoas e das informações, só possível nos ambientes digitais.

E os famosos metadados? Objeto de estudo nas faculdades e objeto de trabalho para quem trabalha com informações digitais. O projeto internacional Interpares de Luciana Duranti, tocado por arquivistas no mundo todo e que busca, por exemplo, trabalhar a validação e autencidade das informações digitais preocupa-se com isso há muito tempo.

Isso não deve ser uma novidade para nós arquivistas, profissionais responsáveis pelas informações orgânicas - aquelas geradas nas decisões e explicitadas em registros -, na verdade esse novo comportamento 2.0 já havia sido pensado desde o início da web, todo mundo trabalhando em rede, trocando informações de forma multifacetada. A invenção de Tim Berners-Lee a WWW, era para possibilitar que ele, através de um protocolo de troca de informações (TCP/IP) e algo que só existia na teoria - o hiperlink textual - conseguisse trabalhar de forma colaborativa com outros cientistas.

Por isso me pergunto:  todo mundo sabe o conceito clássico de documento (salve Schelemberg!)... mas olhado ali na frente, ali na esquina com a realidade posta de virtualização e digitalização da informação me pergunto - o que é documento? Devemos rever seu conceito como, por exemplo, se revê hoje os direitos autorais? Com certeza esse deve ser um ponto de atenção para os arquivistas 2.0 :-)


Charlley Luz – São Paulo - é publicitário e arquivista pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Especialista em projetos de Ciência da Informação em portais corporativos, atuou como atendimento, mídia e planejamento em agências de propaganda por mais de dez anos, atendendo campanhas publicitárias para empresas e organizações no RS. Na área de internet iniciou seu trabalho na wwwriters em 1999 com a elaboração de projetos de ambientes digitais, através da arquitetura de informação e conteúdo. É consultor de Ciência da Informação e Comunicação da Plena Consultores, trabalhou em projetos para empresas como CCR - Companhia de Concessões Rodoviárias, Toyota do Brasil, Light Energia, Suzano Papel e Celulose, Contax, oas Construtora e Sebrae Nacional, entre outros. Atualmente desenvolve também pesquisas acadêmicas na área da Ciência da Informação.

sábado, 8 de novembro de 2008

Teoria de base

Estava pesquisando sobre a necessidade de base teorica num trabalho científico o veja que interessante:

Teoria de Base, Metodologia...

Teoria de Base
As pesquisas no campo da Psicologia, Sociologia, Antropologia, Ciências Políticas eEconomia apóiam-se em teorias. Neste caso, é importante indicar a teoria ou as teorias quefornecem a orientação geral da pesquisa. 
Obs: Nem sempre é possível definir com clareza qual a teoria que lhe dará sustentação, principalmente se o assunto é muito recente e ainda não há respostas concretas que o defina; por isso, este item não aparece em muitos projetos de pesquisa. 
A finalidade da pesquisa científica não é apenas um relatório ou descrição de fatos levantados empiricamente, mas o desenvolvimento de um caráter interpretativo, no que serefere aos dados obtidos. 
Para tal, é imprescindível correlacionar a pesquisa com o universoteórico, optando-se por um modelo que serve de embasamento à interpretação do significadodos dados e fatos colhidos ou levantados. 
Todo projeto de pesquisa deve conter as premissas ou pressupostos teóricos sobre osquais o pesquisador (o coordenador e os principais elementos de sua equipe) fundamentará sua interpretação.

Fonte: Técnicas e práticas de pesquisa em Educação Prof.ª Jane Nogueira dos Santos Aula 6: 

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Sejam bem-vindos!!!

Alunos da disciplina no segundo semestre de 2008


Vcs estão convidados a se cadastrar e a participar do blog da disciplina e a colaborar com a inserção de informações sobre os temas de pesquisa científica e trabalho científico.
Enviem um e.mail solicitando seu cadastramento.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Dicas de redação científica 69 - 92

Trabalho dos alunos do curso baseado no livro de Gilson Volpato,Dicas para redação científica (vejam post sobre o livro neste blog).

Nomes: Carlos José Quinteiro
Júlio Flávio Correia Marinho
Raquel Silva
Vanessa Santos
Walquiria Cavalcanti


69- Ressalte a novidade de seu estudo
Destacar a novidade. Convencer o leitor de que sua pesquisa tem algo de novo.


70- Inclua definições necessárias e defina com objetividade e clareza
Usar terminologia acessível tanto para o leigo quanto para o especialista.


71- Avalie o poder de argumentação da introdução
A introdução deve ser lida ou entendida por profissional da área. Nessa leitura se o profissional conseguir identificar os objetivos significa que sua argumentação está clara e coerente.


MÉTODOS

72- Seja minucioso, sem cair no exagero do detalhamento
Detalhar os itens relevantes do trabalho sem grandes excessos.


73- Nunca dê uma informação que, para ser entendida, requeira informações que se apresentarão muito à frente.
Detalhe parcialmente. Nunca dar detalhes futuros ao leitor, sem já ter explicado o tópico anteriormente.


74- Mostre primeiro os aspectos gerais; depois o detalhamento
Mostrar primeiramente aspectos gerais do todo, em seguida detalhar melhor o assunto.


75- Apresente os itens na seguinte seqüência: a. organismo ou área; b. delineamento; c. procedimentos específicos; d. Análise dos dados
Apresentar itens na seqüência: a) Introdução b)Desenvolvimento c)Conclusão


76- Apresente o texto dividido em tópicos
Apresentar o texto dividido em tópicos facilitará ao leitor buscar os assuntos individualmente.


77- Sempre que possível, apresente o delineamento da pesquisa na forma de um esquema
Apresentar pesquisa em forma de esquema

78- Descreva com precisão
Descrever os termos com precisão


79- Use siglas de fácil entendimento e memorização
Usar siglas de fácil entendimento e memorização


80- Use o ~ para indicar “aproximadamente”
Usar (~) para indicar proximidade


81- Inclua aprovação das Instituições de Ética na pesquisa
Quando necessário, incluir aprovação de comissão de ética ou deve-se dizer explicitamente no decorrer do trabalho que as condutas estão de acordo com a legislação.


82- Só inclua os resultados que usar na Discussão
Somente incluir resultados utilizados na discussão, pois estes devem sustentar a conclusão


83- Apresente os resultados na seqüência em que aparecerão na Discussão
Apresentar resultados na seqüência em que aparecem na discussão, auxilia o entendimento do leitor.


84- Redija os resultados no passado
Redigir resultados com os tempos verbais no passado, já que estes foram obtidos através de amostras observadas no passado.


85- Não confunda ponto com vírgula
Não confundir ponto com vírgula Ex: 1,5 em português e 1.5 em inglês


86- Use abreviaturas convencionais
Usar abreviaturas padronizadas na língua, não inventar


87- Ao apresentar valores de tendência central, inclua sempre a variabilidade correspondente
Tópico muito específico para trabalhos estatísticos


88- Use o Desvio Padrão e não o Erro padrão
Tópico muito específico para trabalhos estatísticos


89- Padronize os arredondamentos na média e no respectivo desvio-padrão
Tópico muito específico para trabalhos estatísticos

90- Sempre apresente a significância estatística dos dados, indicando o teste usado, o valor da estatística calculada e o valor de P.
Tópico muito específico para trabalhos estatísticos


91- Cuidado com generalizações estatísticas
Tópico muito específico para trabalhos estatísticos


92- Não descarte a estatística usando tendência à significância
Tópico muito específico para trabalhos estatísticos



Bibliografia

VOLPATO, Gilson Luiz. Dicas para redação científica. 84p.







segunda-feira, 9 de junho de 2008

Os 10 mandamentos da redação científica


Trabalho dos alunos do curso baseado no livro de Gilson Volpato,Dicas para redação científica (vejam post sobre o livro neste blog).



A redação Científica compreende trabalhos acadêmicos, artigos científicos e portanto necessita de regras rígidas, não suprimindo a criatividade.
Segundo o autor, são 10 mandamentos para se ter trabalhos acadêmicos bem estruturados. Vejamos a seguir.

I. Embasar fatos em dados concretos. Desenvolver o artigo científico na ciência empírica, ou seja, o pesquisador deve procurar evidências para testar suas idéias.

II. Aprovação da Comunidade Científica. Tornar público seu estudo para aceitação de outros cientistas, utilizando publicações em livros textos e artigos científicos.

III.Convencer a Comunidade Científica. Apontar que seu discurso, sua interpretação, é correta, direcionando o pesquisador na conclusão apontada.

IV. Apresentar inovação em estudos já existentes. Trazer informações novas, dando visões diferentes, formas novas de se ver um problema antigo, buscando ressaltar a novidade e convencer os leitores.

V. Diferenciar ás variáveis de uma redação científica. Essas variáveis são: Operacionais – quantificação, isso é, contagem, medidas, peso, valores, etc; Teórica – conclusões resultadas da operacional, provar sua tese através de dados operacionais.

VI. Guiar através do tipo de pesquisa: Pesquisa sem hipótese: Argumento sem o fato, Pesquisa com hipótese: Argumento com o fato, sendo que se destrincha em Hipótese de correlação - uma pesquisa com viés que não estão necessariamente relacionadas e Hipótese de causa efeito – Contrário da hipótese de correlação. É relacionada a outra pesquisa.

VII. Utilizar a estrutura lógica para elaboração do texto científico.
Um argumento refere-se um conjunto de enunciados dos quais um é a conclusão e os demais premissas. Os argumentos estão divididos em dedutivos e indutivos. O dedutivo é válido quando suas premissas, se verdadeiras, a conclusão é também verdadeira. O indutivo ressalta que a verdade das premissas não basta para assegurar a verdade da conclusão. As premissas e a conclusão de um argumento, formuladas em uma linguagem estruturada, permitem que o argumento possa ter uma análise lógica apropriada para a verificação de sua validade.

VIII. A ciência fala idioma internacional. Escrever o texto cientifico em outro idioma, particularmente o inglês.

VIX. O estudo deve ter clareza e ser objetivo.

X. Envolver o receptor, interagindo, criando empatia.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Dicas de redação científica 115 a 137

Trabalho dos alunos do curso baseado no livro de Gilson Volpato,Dicas para redação científica (vejam post sobre o livro neste blog).

GRUPO 6
Ana Carla Paes Pizzolito

Enid Krebsky de Carvalho
Janaína Mendonça Rodini
Ricardo Cesar Silva
Sirlene Aparecida Santos

115 – As conclusões são redigidas no presente
Enquanto a conclusão não for rebatida por outro autor, ela fica válida para o passado, presente e futuro. Por isso, ela tem que ser redigida no presente.

116 – Inicie com a conclusão mais geral do estudo
O autor sugere colocar a conclusão no primeiro parágrafo sem detalhá-la, validando os métodos, técnicas, resultados e também a conclusão. Por conseguinte, sugere que os valide se não forem óbvios.

117 – Para validar os métodos e técnicas mostre que não são amplamente aceitos na literatura de bom nível internacional
Para validar métodos e técnicas utilize argumentos lógicos. Se a técnica é reconhecida no meio internacional não necessita validá-la, mas tem que provar que usou a técnica correta.

118 – Não deixe resultados sem discutir
Para sua argumentação ser única com fim definido, tem que usar as premissas necessárias mostrando ao leitor suas conclusões a partir da pesquisa. Pois, os resultados dão suportes à conclusão geral.



119 – Valide os resultados
Para validar os resultados ele deve estar dentro de um parâmetro já estabelecido na literatura em situações similares.

120 – Se seu objetivo foi descritivo, ressalte a importância dessa descrição
Ressalte os aspectos relevantes ao leitor.

121 – Fundamente de forma completa as conclusões de causa-e-efeito
Para as conclusões de causa-e-efeito, devemos basear seus resultados na correlação de causa-e-efeito de forma sintética, embasado na literatura.

122 – Fundamente as conclusões de correlação
Para explanação dos dados, utilize argumentos lógicos com base nos seus dados, o qual existe correlação entre as variáveis.

123 – Nas conclusões, mostre ao leitor que atingiu o objetivo
A conclusão deve mostrar claramente que o objetivo foi atingido. Esta pode ser negada, porém não pode ser a demonstração de uma hipótese.

124 – Evite apresentar muitas conclusões
A pesquisa não pode ser pré-definida. Assim, a qualidade da conclusão define a qualidade do estudo, mas o trabalho não pode apresentar várias conclusões, somente apresentar as principais, para não confundir o leitor.

125 – Evidencie na discussão o aspecto teórico do seu estudo
Conclusões são enunciados teóricos; - se tiver que concluir sobre números, utilize o desvio padrão.

126 – Generalize na medida certa
O pesquisador precisa ser crítico e específico em relação à comunidade estudada.

127 – Valide suas conclusões
Para validar suas conclusões, ateste as conclusões mais gerais.

128 – Conclua baseando –se apenas em premissas válidas e claramente aceitas
O pesquisador tem que validar o que é possível de ser validado.

129 – Conclua a partir de evidencias estatisticamente válidas
Utilize como premissa de sua argumentação dados com suportes estatísticos.

130 – Apresente apoio bibliográficos para informações específicas; não inclua referências para informações gerais e já consideradas de domínio na área
As referencias são utilizadas para suporte da pesquisa caso queiram avaliá-las.

131 – Cite os trabalhos clássicos para fundamentar seu texto
Embase seus estudos em trabalhos clássicos.

132 – Não cite trabalhos publicados em periódicos ou idiomas de pouca visibilidade internacional
O pesquisador deve usar fundamentos acessíveis a todos os cientistas.

133 – Não se esqueça das literaturas, mas valide-as incluindo também as atuais
O pesquisador deve citar autores que principiaram a idéia inicial. Citar, também, os pesquisadores atuais mostrando que a idéia ainda é válida.

134 – Atualize sua literatura estatística
Sendo a estatística uma ciência que sempre se renova, portanto, deve-se utilizar autores atuais.



135 – Se julga justo ou adequado, não esqueça de citar trabalhos recentes publicados no periódico ao qual submeterá seu manuscrito
Você deve ser político, referenciando autores que já publicaram artigos no mesmo periódico.

136 – Aproveite seu poder de divulgação e não se esqueça de citar os bons artigos dos autores do seu país
Seguindo a linha política, deve-se citar autores nacionais para enaltecer a pesquisa científica do seu país, como ocorre nos países de primeiro mundo.

137 – Coloque claramente em local visível identificadores do manuscrito
Identifique claramente o título, os autores e a versão do trabalho.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

" DICAS PARA CONSTRUÇÃO DO ARTIGO...RUMO À ACEITAÇÃO", números 23 ao 45.

Trabalho dos alunos do curso baseado no livro de Gilson Volpato,Dicas para redação científica (vejam post sobre o livro neste blog).

Grupo:02
Alunos: Márcio Aparecido Nogueira Vieira
Paulo César Santos
Renata Cunha Vieira Oliveira
Tania Maria Masselli




23- O layout deve ser levado em conta, para facilitar a leitura;
24- O artigo deve ser objetivo, para que o leitor não se canse. No entanto, deve ser conclusivo e bem fundamentado;
25- Argumentar com precisão e sem excessos, visto que os resultados obtidos serão usados na discussão;
26- As conclusões devem se basear nos fatos concretos;
27-Ao apresentar os efeitos de uma pesquisa, deve-se descrever o modo como se chegou a artes resultados;
28- Redigir em idioma internacional (Inglês), para que o trabalho não fique restrito ao âmbito nacional, adquirindo maior visibilidade;
29- Redação “ trás para frente”: consiste em redigir o trabalho obedecendo uma ordem inversa, visando evitar que se produza o trabalho sem uma estrutura lógica estabelecida. O método deve ser utilizado para publicações de artigos, ou seja, após o trabalho pronto.
30- Deve-se evitar excessos, mencionar somente informações estritamente necessárias;
31- Certificar-se os argumentos do texto serão aceitos ou não pelos especialistas da área, após aceito, inicie as correções gramaticais;
32 Cheque as se as fontes consultadas ainda são válidas;
33- Utilize argumentações lógicas;
34/35 As afirmações devem ser fundamentadas em fatos concretos;
36- Utilize e conclua o trabalho na forma pessoal;
37/38/39 - Rediga de forma concisa; o leitor prioriza textos mais curtos, frases com menos de 25 palavras (referencial) são consideradas de boa qualidade em periódicos científicos;
40- As informações consideradas como novidades devem ser inseridas no final do texto, pois permite ao leitor uma leitura linear;
41- Alterar o parágrafo ao concluir uma nova idéia
42- As Argumentações exigidas em parágrafos devem ser inseridas no início do mesmo;
43- Rediga parágrafos curtos, pois parágrafos longos são cansativos ao leitor;
44- Construa as frase obedecendo a ordem direta: sujeito, verbo e complemento;
45 –Não utilize linguagem informal, ou terminologias muito específicas da área, pois não terão sentido para leitores de outras áreas.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Dicas de redação

Trabalho dos alunos do curso baseado no livro de Gilson Volpato,Dicas para redação científica (vejam post sobre o livro neste blog).

Grupo 1: Deise M.T.Pedro, Maria Cristina Rocha de Sacchi, Marilza Siqueira Calvano, Neuza Fusae Okayama Pereira, Roberto Barros de Souza.

Dicas 1 a 5 - O texto deve ser publicado em um periódico de respeitabilidade internacional, que seja de facil acesso.
A redação do trabalho deve ter uma apresentação que desperte o interesse do leitor, sendo clara para facil entendimento e procurando ser criativa para fugir da mesmice.
Dicas 6 a 13 - Insistir sempre na novidade, destacando e valorizando esta originalidade na introdução, no resultado e na discusão. O leitor gosta de novidade, e ela deve ser objetiva, rápida e sem devaneios.
Escolha temas que tenha relevância em sua área ou região. Faça um bom planejamento (metodologia adequada e reconhecida) para melhor aproveitar a idéia. Os objetivos devem ser claros e de facil entendimento, apesar de que alguns pesquisadores tenham que fazê-lo complexo. As estatísticas devem esclarecer, não confundir.
Dicas 14 a 22 - O texto deve ser divulgado em uma publicação de alcance internacional. A redação do trabalho pode ser publicada em mais de uma língua e preferencialmente em inglês.
Escolha revistas conceituadas internacionalmente, avaliadas constantemente e indexada em boas bases.
O acesso ao artigo também deve ser feito através de bibliotecas virtuais. Deve-se permitir download e ser publicado em revistas com maior indice de especialização em sua área. Escolha uma revista especializada e adequada para seu tema.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Dicas de redação


Trabalho dos alunos do curso baseado no livro de Gilson Volpato,Dicas para redação científica (vejam post sobre o livro neste blog).

Grupo: Andrea Hespanha, Graziela do Prado, Fabiana Morais, Renata Tosta

Antes de enviar o artigo, alguns cuidados devem ser tomados. Certificar-se das normas do periódico escolhido, a fim de adequar a formatação/apresentação do artigo a elas, seja para as citações, referências, apresentação das figuras, normas estatísticas etc..
A que se checar o destinatário do material, determinando o nome do editor e a qual periódico está vinculado (alguns editores estão vinculados a mais de uma instituição).
Em havendo mais de um autor, e/ou co-autores, providenciar os termos de aprovação assinado por todos.
Quando do envio, listar todo o material enviado (texto, fotos, figuras, disquete/cd/dvd), além de encaminhar nas quantidades solicitadas.
Na apresentação de seu artigo, seja breve, sem deixar de destacar a relevância de seu trabalho; poupe o tempo do editor, mas mostre sua importância!