segunda-feira, 11 de maio de 2009

Gestão de Arquivos na Atualidade



Introdução de Marilêda Guimarães

Para AVEDON (2001) documento é um conjunto de informações portátil. Documentos podem estar em formato papel, microfilme ou eletrônicos (magnéticos ou ópticos)
Segundo Fonseca (2005) “Gestão de documentos é o planejamento, o controle, a direção, a organização, o treinamento, a promoção e outras atividades gerenciais relacionada à criação, manutenção, uso e eliminação de documentos, com a finalidade de obter registros adequados e apropriados das ações e trações do governo federal e efetivo e econômica gestão das operações das gerências”
O acumulo da informação surgiu através dos governos com a necessidade de coletar e armazenar informações da população, essas informações eram geradas a partir de censo, aplicadas apenas para fins administrativos.
Á medida que os documentos aumentavam de volume houve a necessidade de repositórios especiais. Esses documentos eram no suporte de rolos de pergaminho e o armazenamento era junto de outros objetos sem nenhum tratamento técnico.
Os arquivos no século XIII eram centralizados e constantemente movidos de um lugar para o outro seguindo os seus donos, criando assim sérios problemas para o desenvolvimento do arquivo.
Com o princípio da proveniência, criou a classificação e a organização do acervo, hoje denominada gestão da informação.
No século XX surge a preocupação em fazer o descartes de documentos devido o aumento da informação. Diante da problemática de não eliminar documentos que teriam que ser preservados, Silvia e colaboradores identificam dois principais modelos, o modelo inglês e o alemão.
Nos dias de hoje a informação vem aumentando a cada minuto e se modernizando dando origem a vários formatos e suportes.
Com o advento da tecnologia a informação democratizou e impede as barreiras do seu acesso. O usuário não precisa estar no local físico para realizar as suas pesquisas ou para se manter informado.
As redes de computadores cresceram de maneira surpreendente invadindo o cotidiano das pessoas.
Com tanta tecnologia como conservar estas informações para não se perderem já que o objetivo da guarda de documentos é disponibilizar para os usuários? Esses novos suportes também precisam de tratamento tanto técnico como de preservação para não termos uma informação não estruturada. É um desafio para os profissionais da gestão da informação acompanhar os novos formatos e suportes para levar a informação para toda parte do mundo em questão de segundos
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AVALIAÇÃO DA COMPETÊNCIA DE LEITURA EM CRIANÇAS DO ENSINO FUNDAMENTAL I

Introdução de Evanete
Trabalhar a competência de leitura com crianças em idade escolar pode ser uma tarefa desafiadora. A criança é bombardeada diariamente com alternativas de divertimento e cultura que nem sempre estão ligadas com a leitura propriamente dita.
Hoje a grande maioria das crianças são adeptas ao videogame, Internet, jogos eletrônicos e despertá-la par ao gosto da leitura nos mais diferentes portadores de texto, requer do profissional que está à frente dessa missão, dinamismo e permanente atualização.
Ler por deleite pode ser o caminho para formar futuros leitores conscientes dos valores agregados que essa prática cotidiana proporciona. Mas como formar leitores competentes nesse universo de possibilidades que as novas tecnologias oferecem?
Diante do resultado de uma pesquisa de campo aplicada aos profissionais que trabalham no Ensino Fundamental I verificou-se que, o computador com toda a sua interatividade e riqueza multimídia é contagiante, mas para a criança deve ser encarado apenas como uma ferramenta a mais de estímulo nesse processo de formação de competência em leitura.
Apesar de todos os avanços tecnológicos, o livro ainda é o grande incentivador da leitura e continua “arrebanhando” multidões às bienais, livrarias e afins.

Gestão do conhecimento: a importância do profissional da informação como facilitador


INTRODUÇÃO DO TRABALHO DA EMILENE


As organizações estão passando por mudanças e transformações a cada dia que passa e essas alterações provocam constantes impactos na sociedade e na vida das pessoas, acelerando cada vez mais, as mudanças ambientais (CHIAVENATO, 1997). No decorrer do século XX e início do XXI, as organizações passaram por três fases distintas: - A primeira fase, denominada Era da Industrialização Clássica (1900 — 1950), teve o seu início da Revolução Industrial, momento em que a estrutura organizacional predominante tinha formato piramidal e centralizador, departamentalização funcional, modelo burocrático, centralização das decisões no topo, estabelecimento de regras e regulamentos internos para disciplinar e padronizar o comportamento dos participantes. A cultura organizacional era voltada para conservação dos valores tradicionais, ao longo do tempo, as pessoas eram consideradas recursos de produção e por esse motivo a administração das pessoas era denominada Relações Industriais. Tudo isso se destinava para servir à tecnologia e o homem era considerado, apenas, um apêndice da máquina. O mundo estava mudando, mas as mudanças ainda eram vagarosas (CHIAVENATTO, 1997). Nessa época não se pode identificar qualquer valorização do ser humano, as pessoas eram vistas só para produzir como uma máquina ou para operá-las. Não havia envolvimento do conhecimento de cada trabalhador com a realização final do produto da organização, O sistema era voltado totalmente para uma cultura de tradições onde funcionava o que os antigos pensavam e não havia inovação. Observa-se também, que o cliente não era citado nesta época, ou seja, o cliente se moldava ao produto oferecido, as organizações não produziam em função das necessidades dos clientes. O foco não era o cliente, nem os funcionários, mas somente a produção em si. Depois, veio a Era da Industrializaçao Neo-Clássica (1950-1990), onde começaram a ocorrer as mudanças mais intensas, rápidas e pouco previsíveis. A competição entre as organizações começou a crescer. O velho modelo da era clássica tornou-se inflexível e vagaroso demais para acompanhar as mudanças. Houve a tentativa de novos modelos. Surgiu a estrutura matriarcal como uma espécie de quebra-galho para tentar consertar e reavivar a velha e tradicional organização funcional com a abordagem matricial. Adicionou-se a organização funcional um esquema lateral de departamentalização por produtos/serviços para agilizar e funcionar como um turbo capaz de proporcionar uma estrutura com características de inovação e dinamismo e alcançar maior competitividade. A cultura organizacional deixou de privilegiar as tradições passadas e passou a concentrar-se no presente, enquanto o conservantismo cedeu lugar a inovação. A velha concepção de Relações Industriais foi substituída por uma nova visão de administração de recursos humanos: as pessoas como recursos vivos e não como máquinas. A tecnologia passou por um incrível e intenso desenvolvimento e começou a influenciar poderosamente a vida nas organizações e as pessoas que delas participavam (CHIAVENATTO, 1997). Percebem-se as primeiras mudanças e também uma melhor visão em relação ao ser humano que não é mais considerado como máquina e se dá o início do reconhecimento das características de cada trabalhador. Mas, ainda não há uma valorização do conhecimento das pessoas, identificando o que cada uma pode trazer para a organização. O cliente começou a exigir, talvez por isso pôde-se identificar uma maior caracterização das mudanças, já que as organizações passam a atender os clientes pela concorrência que começa a crescer. A terceira e ultima fase, chamada Era da Informação e conhecimento (1990 - ....) é considerada a época que estamos vivendo hoje. Mudanças rápidas, imprevistas, inesperadas. A tecnologia trouxe desdobramentos completamente inusitados e transformou o mundo em aldeia global. A informação passou a cruzar o planeta em milésimos de segundo. A tecnologia da informação provocou o surgimento da globalização da economia: a economia internacional transformou-se em economia mundial e global. A competitividade tornou-se mais intensa entre as organizações. Os processos organizacionais ganharam maior importância do que os órgãos que constituem a organização. Os órgãos tornaram-se provisórios e não definitivos, os cargos e funções passaram a ser constantemente definidos e redefinidos em razão das mudanças no ambiente e na tecnologia, os produtos e serviços passaram a ser continuamente ajustados as demandas e necessidades do cliente, agora dotados de hábitos mutáveis e exigentes. O recurso mais importante deixou de ser o capital financeiro e passou a ser o conhecimento. As pessoas e seus conhecimentos e habilidades cognitivas passaram a ser a principal base da nova organização. A administração de recursos humanos cedeu lugar “a gestão de pessoas. As pessoas passaram a ser consideradas seres dotados de inteligência, conhecimentos, habilidades, personalidades, aspirações, percepções e outros (CHIAVENATTO, 1997). Nessa era pode-se identificar o surgimento da valorização da informação e como esta interfere no processo de cada organização. Os clientes passaram a exigir mais, pois a informação começou a percorrer todo o mundo, trazendo idéias e produtos de todas as partes e fazendo haver uma maior competitividade, inclusive com produtos importados, onde os clientes começaram, a saber, o que queriam e as organizações passaram a produzir para os clientes. Pode-se, até considerar, nos dias de hoje, um novo passo em direção à Era do Conhecimento, quando cada pessoa é valorizada pelo que conhece e pela sua aplicação dentro das organizações, visando um crescimento mutuo. A gestão das pessoas representa a maneira como as organizações procuram lidar com as pessoas que trabalham em conjunto em plena era da informação. Não trata mais de administrar as pessoas, mas de administrar com as pessoas. A moeda do futuro não vai ser financeira, mas intelectual (CHIAVENATTO, 1997). A valorização do conhecimento humano, principalmente do conhecimento tácito, embora tenha ocorrido somente nos últimos tempos, permitiu que muitas organizações investissem nesta direção, cada vez mais implantando serviços de informações que permitam identificar, armazenar e recuperar este tipo de conhecimento visando à melhoria dos processos de trabalho. É possível observar ainda, que em época de crise (econômica - financeira) estes investimentos e a conseqüente valorização do conhecimento ocorrem mais intensamente como uma forma de atenuar a crise das organizações. Parte-se do pressuposto de que as pessoas que souberem desenvolver seu conhecimento terão uma grande valorização nas organizações onde atuam. Aquelas que souberem adquirir esse conhecimento terão grande aceitação no mercado interno e externo ao seu âmbito de negociação. Para essa grande valorização precisamos estar sempre atentos às nossas atitudes em relação ao conhecimento e aos dos outros, para que nada passe desapercebido. A criação de sistemas de informação que tem como entrada das informações e o conhecimento gerados na própria organização, torna-se algo muito complexo se levado em consideração que cada organização tem sua própria história e que na medida em que se estrutura, adquire identidade, tradições e padrões de comportamento, passando a delinear os valores, crenças e mitos próprios. Esta realidade faz com que empresários e gerentes empreendedores busquem repensar as organizações a partir da análise dos elementos responsáveis pela formação da cultura dominante na organização a forma como eles funcionam e, ainda as mudanças que eles provocam no comportamento do seu capital humano. Se a informação e o conhecimento são, teoricamente, reconhecidos como cruciais para a sobrevivência do negócio ou da organização, e se a sua transmissão ou transferência só pode se dar de pessoa para pessoa, podem estar permeados por fatores subjetivos como valores, crença, mitos dentre outros. Neste contexto, surgiu o interesse em estudar, do ponto de vista teórico, as seguintes questões: Quais são os fatores que caracterizam as dificuldades de transferência, uso e valorização do conhecimento humano dentro das organizações? Há falta de registro e localização das informações e conhecimento?
Partindo deste pressuposto, enfatizar a importância de um profissional da informação dentro das organizações para facilitar todo o processo de gestão do conhecimento

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Sugestão de indicadores de qualidade para serviços de informação




Introdução

No Brasil, datam no início da década de 1990, os primeiros relatos da aplicação de fundamentos da qualidade em serviços de informação, foram adaptações e adequações de procedimentos já utilizados em indústrias.

Nos últimos anos, a administração de serviços de informação, assim como outros setores, sofreu alterações em razão das mudanças econômicas e sociais, havendo a necessidade da melhoria do nível de qualidade prestado aos seus usuários, já que a competitividade e concorrência acirrada formam fatores predominantes para destacar-se no mercado.

Entende-se como serviços de informação: bibliotecas, arquivos jurídicos, audiovisuais, de imagens, documentais, centros de documentação, memória, etc.

Assim como as bibliotecas que já possuem seu reconhecimento e sua importância, o arquivo em geral, é o local onde documentos naturalmente são acumulados por pessoas ou instituições, ao longo de sua existência ou funcionamento.

O objetivo dos arquivos e quem nele trabalha é de facilitar o acesso à informação, imprescindível no processo decisório e funcionamento das atividades governamentais e/ou de empresas privadas ou pessoa física, assim como testemunho dos direitos do cidadão, além de ser utilizada por historiadores para crítica e explicação das sociedades passadas

Shaughnessy (1987) apud Vergueiro e Carvalho (2001), defende que os principais requisitos para a qualidade de um serviço de informação são o entendimento das necessidades e expectativas dos usuários, a segurança, incluindo a confiabilidade, cortesia e comunicabilidade, linguagem adequada por parte do profissional da informação, incluindo postura corporal e finalmente, ambientação física adequada.

Por haver uma certa deficiência nos métodos de administração tanto de bibliotecas quanto de arquivos e centros de documentação, traduzido em uma “ carência de instrumentos gerenciais que permitam o levantamento e avaliação do desenvolvimento dos trabalhos e que possibilitem um controle maior da qualidade do serviços prestados” (MEDEIROS et al, 2000, apud VALLS; VERGUEIRO, 2006, p. 121), conclui-se ser relevante abordar a questão de sugestão de indicadores de qualidade para os serviços de informação.

Os serviços de informação passaram a rever seu papel, diante das instituições mantenedoras (universidades, empresas privadas, institutos, etc), que começam a exigir níveis de qualidade que justifiquem a própria manutenção do serviço, além da nova postura do cliente direto (usuário do serviço) com um papel cada vez mais ativo e exigente.

O estabelecimento de padrões de avaliação e indicadores da qualidade está relacionado à tomada de decisões baseada em fatos, definindo claramente e perseguindo alvos e metas concretas de desempenho, aumentando a eficácia e eficiência dos serviços prestados e auxiliando na avaliação dos mesmos de maneira isenta e baseada em métodos científicos.

É necessário que se desenvolvam padrões, medidas e indicadores, tendo como alvo as necessidades dos usuários como também promover a sensibilidade da equipe, implantando treinamento contínuo para que executem bem suas atividades técnicas rotineiras, utilizando-se adequadamente das estatísticas como parâmetros de avaliação para determinação de indicadores bons ou ruins, transformando suas expectativas em medidas quantitativas e qualitativas. (ANDRADE, 2004 apud VALLS; VERGUEIRO, 2006).

Os indicadores são importantes para estabelecer uma comparação entre as metas planejadas e o desempenho conseguido. São indispensáveis em qualquer avaliação de desempenho.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Arquivos de áudio na Internet - formas de organização


Introdução




A Internet permite diferentes formas de organização de arquivos em seus sites.

Estas formas de organização tendem a se adaptar aos tipos de pesquisas efetuadas em cada site, baseadas em sua natureza.

Por existirem variados formatos de arquivos de áudio, e por existirem diferentes tipos de páginas de Internet que os utilizam/disponibilizam, encontramos muitas maneiras de organizá-los de forma a atender as pesquisas efetuadas e a demanda pelos arquivos.

A organização de arquivos de áudio em um site na Internet deve levar em conta características como tamanho do arquivo, formato do arquivo, qual será sua utilização, as forma de acesso ao arquivo, a quantidade de (possíveis) acessos ao arquivo e as opções de segurança e preservação do arquivo, dentre outras.

Desta forma, se faz necessário obter maior conhecimento sobre estas características nos arquivos a serem organizados, bem como analisar e comparar as formas de organização utilizadas atualmente e no passado.

Diante do exposto, o objetivo deste projeto será efetuar pesquisas, análises e comparações do conteúdo de alguns sites que contenham este tipo de arquivo, de forma a compilar as diferentes formas de organização de arquivos de áudio utilizadas na Internet.


RETENÇÃO E COMPARTILHAMENTO DO CAPITAL INTELECTUAL NAS EMPRESAS


INTRODUÇÃO

Informações e conhecimento permeiam as atividades dentro de uma empresa, daí a importância de se preservar e proporcionar um ambiente que seja propício para o compartilhamento desse conhecimento.
Seriamos ingênuas se acreditássemos que proporcionar o compartilhamento de informações dentro das empresas é uma tarefa fácil, mas acreditamos não ser impossível provocar os indivíduos e equipes a uma profunda análise das circunstâncias, do diálogo pertinente e até do impertinente, do exercício da mente, coração e vontade abertos, do assumir responsabilidades pelas ações.
Dentro desta perspectiva dirigimos nosso olhar para os talentos que atuam nas empresas e verificamos que uma grande problemática é: Como não perder o conhecimento tácito dos colaboradores, adquirido muitas vezes por meio de treinamentos adicionais e/ou experiência na função desempenhada?
Dentre os muitos aspectos que devem ser levados em conta há primeiramente que identificar o conhecimento que há nas organizações, quem são os especialistas e suas redes internas.
O aspecto colaborativo de troca de informações dentro da empresa pode ser dificultado devido à gestão enxuta, reestruturação constante ou a crescente troca de funcionários. Para combater esse problema é preciso haver recursos que proporcionem a transparência e o compartilhamento do conhecimento que envolve questões de poder e confiança.
Outro desafio é como tornar as informações e o conhecimento visíveis e que ferramentas seriam necessárias e quais seriam as ideais para possibilitar o fácil acesso e a retenção do conhecimento da empresa. Além disso, é também imprescindível resaltar a importância da implementação de processos que garantam a atualização constante dessas informações. Essa questão enfrenta atualmente uma dificuldade crescente devido à velocidade e quantidade das informações geradas pelo advento da Internet e desenvolvimento de novas tecnologias que se tornam absoletas de um dia para outro.

Em face a tantos desafios, com base na literatura, apresentaremos numa visão crítica, diferente cenários possíveis de empresas onde a gestão do conhecimento organizacional é e onde não é possível e seus aspectos concernentes.
Estudar o tema para nós apresenta-se como uma oportunidade de aprendizado e um novo olhar sobre as Pessoas, não apenas como Recursos, e sim, lançando um olhar para o Capital Intelectual e Humano que elas carregam consigo, que podem fazer a diferença dentro da organização.


Arlete Cagnoto de Mello
Inês Uehara
Silvia Regina Costa

terça-feira, 5 de maio de 2009

TÉCNICAS DE PRESERVAÇÃO E CONSERVAÇÃO DE VÍDEOS EM ARQUIVOS AUDIOVISUAIS


INTRODUÇÃO

Quando nos referimos à preservação e conservação de arquivos audiovisuais estamos buscando cultivar parte de uma história, e como conhecer e manter a história se os vídeos que à representam não forem conservados?

O processo de preservação e conservação de vídeos, embora não seja priorizado por diversos arquivos audiovisuais, é um processo extremamente importante, pois sem ele o arquivo está sujeito a perda de informações de grande valor, que poderão ser esquecidas, influenciando na história e na cultura de uma sociedade.

Para que o processo de preservação e conservação de vídeos seja realizado com êxito, é necessário levar em consideração alguns aspectos, como os gerenciais, financeiros e humanos, tais aspectos estão vinculados às atividades técnicas e políticas de planejamento, fatores fundamentais para a realização desse processo em arquivos de imagens.

É pensando nesses aspectos e na importância de salvaguardar informações contidas nos vídeos, que o presente trabalho irá tratar sobre “Técnicas de preservação e conservação de vídeos em arquivos audiovisuais”, fazendo uma abordagem sobre algumas das principais características desse tipo de material, preocupando-se não só com o suporte, mas também com os dispositivos tecnológicos que estão atrelados a ele.

Documentos cartoriais



Trabalho de Cássia Cerqueira e Ana Paula da Silva

INTRODUÇÃO

Os livros de registro dos Cartórios da cidade de São Paulo constituem uma importante fonte para a pesquisa histórica e item do patrimônio documental do país. Com vista nisso desenvolvemos uma pesquisa para se verificar qual a preocupação dos cartórios em obedecer à legislação que ampara esse tipo de documento público.
Essa pesquisa mostrará um panorama geral, contextualizando o surgimento do cartório no Brasil e sua evolução. Em seguida vamos abordar o cartório de notas, que foi nossa escolha na delimitação da pesquisa de campo, devido a sua importância e variedade de serviços prestados à sociedade e aos documentos produzidos de caráter público, de importância vital para memória e por seu valor comprobatório. Outro foco de nossa pesquisa de campo foi o Arquivo do Estado que além de outros tipos de documentos é responsável pela guarda de documentos cartoriais em seu estágio permanente.
Vamos abordar a legislação que rege o funcionamento dos cartórios e guarda de documentos cartoriais. Comparando a legislação vigente sobre a política de arquivos públicos à nossa pesquisa de campo ao cartório e ao Arquivo do Estado. Concluímos levantando algumas problemáticas encontradas ao longo da pesquisa, em relação ao cumprimento da normativa legal e ao acesso do cidadão a esse tipo de documento em seu estágio permanente.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

INTERNET: UMA FONTE DE INFORMAÇÃO EM REDE ( (AMIGA OU INIMIGA DA INFORMAÇÃO?)








Este trabalho tematiza a Internet como uma fonte de informação. A hipótese geral desta pesquisa foi a de que, apesar de enorme conflito que o excesso de informação possa causar, se a pessoa souber encontrar, avaliar e filtrar as informações na Internet, ela poderá atingir seu objetivo de busca e usar o encontrado de maneira mais efetiva. Meu objetivo foi discutir sobre como sobreviver no mundo virtual e, a partir disso, analisar quais são as características dessa rede, em termos de repositório de informações, e quais são os efeitos que o grande fluxo de informação pode causar ao ser humano. Como procedimento metodológico, buscamos informações em diferentes tipos de sites, em um jornal e no livro “Cibercultura”, de Levy (1999). Os resultados mostraram que a Internet passou a inverter seus próprios valores, ao tornar o prazeroso ciberespaço em um mundo difícil e complicado, com muitas distrações e com um enorme excesso de informação

terça-feira, 7 de abril de 2009

Redação científica

Estes são os links para as apresentações da aula sobre redação científica.

Apresentação 1

Apresentação 2